Passos para o minimalismo

Henry David Thoreau teve a ideia certa: eu me tornei rico fazendo meus desejos poucos. Mas, o homem contemporâneo continua a afogar-se em uma infinidade de Gadgets. Realmente possuímos as coisas que compramos ou elas nos possuem? A vida é realmente simples, mas insistimos em tornar isso complicado.

Uma excelente alternativa chamada minimalismo se apresenta como uma poderosa ferramenta para a simplificação. Ao contrário do que o do que seu nome possa sugerir, minimalismo não é sobre privação. Trata-se de concentrar nossa energia em coisas que realmente nos fazem felizes. Focar em coisas que realmente importam, em vez de aquisições.

Minimalismo é uma ferramenta que pode ajudá-lo a encontrar a liberdade. Liberdade de preocupação. Liberdade das armadilhas da cultura de consumo que construímos nossas vida.

Você não precisa ir morar em uma caverna para se beneficiar do minimalismo.

Isso não significa que haja algo inerentemente errado em possuir bens materiais. O problema de hoje parece ser o significado que atribuímos a nossas coisas: tendemos a dar muito significado às nossas coisas, muitas vezes abandonando nossa saúde, nossas relações, nossas paixões, nosso crescimento pessoal e nosso desejo de contribuir.

Minimalismo é sobre focar nas coisas que realmente nos fazem felizes.

Pare de fazer tantas coisas ao mesmo tempo

Por causa de todos os novos aparelhos eletrônicos, como telefones celulares, tablets e outros penduricalhos digitais, a multitarefa explodiu; fazer várias taferas simultaneamente pode parecer o auge da eficiência – e seria, se uma pessoa tivesse mais de um cérebro. No mundo real, a multitarefa na verdade desperdiça tempo e reduz a qualidade do trabalho.

Nós não estamos mais vivendo a vida tanto quanto a transformamos em um problema a ser resolvido ou em um produto a ser comprado.

Devagar… reduzir para um estilo de vida menos agitado pode ajudar a amenizar o estresse e melhorar a qualidade de vida.

Corte o tempo em tela

Passamos muito tempo em tela, entre computador, tablet, tv, smartphone, são um número imenso de horas provavelmente gastas em dispersão, fantasia, masturbação mental; que está nos afastando de atividades valiosas.

Elimine a dívida

Por causa do consumismo e materialismo, que implantou a ideia de comprar isso e você vai ser feliz as mentes das massas, está financeiramente fora de controle.

Posses funcionando como uma prisão

Muita coisa drenando nosso energia e nossa atenção. Há também os custos ocultos de propriedade de cada item que compramos, e muitas vezes uma compra leva a outra e a outra de acessórios sem fim. as coisas mais valiosas em nossas vidas geralmente não são coisas, mas experiências.

Menos itens

Livre-se algo que você não precisa mais, encha um saco de lixo que está atravancando sua vida.

Venda ou doe o que você não precisa mais.

Viva apenas o que você precisa

Compramos coisas que não precisamos, com dinheiro que não temos para impressionar pessoas de quem não gostamos. Você não é seu trabalho, você não é quanto dinheiro tem no banco. Você não é o carro que dirige. Você não é o conteúdo da sua carteira. Você não é a porra de calça cáqui. Nós todos fomos criados pela televisão para acreditar que um dia seríamos milionários, e deuses do cinema, e estrela do rock. Mas nós não vamos. E estamos lentamente aprendendo esse fato. E estamos muito, muitos chateados.

É só depois que perdemos tudo que somos livres para fazer qualquer coisa.


Menos coisas; Mais tempo; Mais liberdade


Leitura recomendada – Clube da Luta

clube-da-lutaUm clássico da litratura cult mundial! Considerado um clássico moderno desde sua publicação em 1996, o livro “Clube da Luta” consagrou Chuck Palahniuk como um dos mais importantes e criativos autores contemporâneos, além do próprio livro como um cânone da cultura pop.

O clube da luta é idealizado por Tyler Durden, que acha que encontrou uma maneira de viver fora dos limites da sociedade e das regras sem sentido. Mas o que está por vir de sua mente pode piorar muito daqui para frente.

O livro foi filmado em 1999, pelo vencedor do Oscar de melhor diretor, David Fincher (Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, A Rede Social), que conseguiu adaptar toda atmosfera do livro, o mundo caótico do personagem e o humor negro de Palahniuk em uma trama recebida com inúmeros elogios pela crítica e pelo público que conta com os atores Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter.


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