Os limites do poder: ascensão e queda

Nas discussões sobre o auto-aperfeiçoamento, a virtude masculina e a busca de um propósito moral, muitas vezes (e com razão) enfatizamos as coisas necessárias para atingir esses objetivos. Mas muitas vezes esquecemos o outro lado da questão: o perigo de cair na armadilha da arrogância, da superação e da corrupção.

Não devemos valorizar muito os prazeres físicos. Claro que todos nós fazemos. Mas apego demais a eles induz à corrupção, à indolência e à ganância enervante. Essas coisas enfraquecem a vontade. Ficamos assim expostos a uma queda.

Devemos falhar mais frequentemente. O que quero dizer é que devemos nos acostumar com a ideia do fracasso. Ao aprender sua picada, nos tornaremos mais equilibrados, mais simpáticos aos outros e menos arrogantes.

Não devemos colocar muita fé na sorte. O tolo confia na sorte, em suas chances. O homem sábio entenderá que ele tem um reservatório de poder dentro de si. Ele sabe que, mesmo que o desastre aconteça, ele vai se levantar, sair e lutar novamente.

Devemos encontrar nosso propósito moral; precisamos continuar nossa busca para adquirir virtudes masculinas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *