Assim, a modernidade deu origem à civilização mais vazia que a humanidade já conheceu. A linguagem da publicidade tornou-se o paradigma do discurso social; a primazia do dinheiro impôs a onipresença das mercadorias; o homem foi transformado em objeto de troca em um contexto de hedonismo mesquinho; a tecnologia enredou o mundo da vida em uma rede de racionalismo – um mundo repleto de delinquência, violência e incivilidade, no qual o homem está em guerra consigo mesmo contra todos, um mundo de drogas, realidade virtual, no qual o campo é abandonados por subúrbios inviáveis ​​e megalópoles monstruosas, e onde o indivíduo solitário se funde em uma multidão hostil, enquanto as tradicionais mediações sociais, políticas, culturais ou religiosas tornam-se cada vez mais incertas e indiferenciadas.

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